quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Eduardo Valente da Fonseca

Ó vagarosa noite

Ó vagarosa noite a vir de manso
profunda e densa pela cidade toda.
A estas
horas onde em outros lados
floresce
amoroso o sol por sobre terras?
Ó
alegria de me ser em tudo.
Ó
humildes irmãos do grande mundo
deitados
sobre o sonho como quem
aguarda o
belo tempo de haver tudo!

Eduardo Valente da Fonseca

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